{Journey 01} Nyx

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Mensagem por Nyx em Sex Dez 15, 2017 6:03 pm

Nyxthat i almost believe that they're real



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Re: {Journey 01} Nyx

Mensagem por Nyx em Ter Jan 16, 2018 5:01 pm

Made with love by Jaaclaine @ epifania

Notes go here
o início

cassiopeia

é isso: o inícioTouched by angels, though I fall out of grace I did it all so maybe I'd live this every day

Os dedos finos infiltraram-se no grosso pelo do Mamoswine que a mãe estava a estudar como a criatura transcendera séculos sem se extinguir, mesmo que a variedade da espécie tenha diminuído lastimavelmente. Cassiopéia amava a criatura que estava no laboratório de Pesquisas Comportamentais e Clonagem Cenozoica Wolfthorn, desde tenra idade, havia sido escolhido minunciosamente para ser o espécime estudado, e por Arceus, como a adolescente o achava intrigante pelo comportamento, pelo que podia fazer e toda a aura de pré-histórica que a criatura possuía. E como a boa futura criadora/pesquisadora que seria, não poderia gabar-se mais por ter tanta informação disposta à bel prazer.

- Cassie, sua mãe disse que está na hora de ir. - Ao longe, o corpanzil delgado de um dos assistentes da mãe se fez ver, o jovem era um prodígio, era o que diziam. E por mais bondoso que fosse, também não conseguia manter a faceta de desgosto estampado nas feições. A menina deveria ficar ali, com a família dela e não se aventurar pelo mundo. Estaria protegida e teria o que quisesse, desde o Pokémon mais difícil de se achar à regalias de poder se aventurar no pequeno bosque que circundava toda a propriedade se quisesse saber como é capturar os animais ainda selvagens, já que pesquisar sobre o comportamento na natureza é um dos pontos principais para a fundação.

- Tudo bem, estou indo. - Projetou o corpo para o lado, o vestido em tons cianos procriando um rodopio com o movimento súbito. O olhar saudoso repercutindo sobre cada Pokémon ali contido, desde o pequeno Pachirisu ao enorme Tyrantrum apelidado de Fofuxo, era realmente um bonachão. O coração apertava com a mera ideia de se afastar do lar, mas teria que prosseguir caso quisesse ser a melhor Pesquisadora que o mundo já vira.

Os passos eram lentos em comparação aos pensamentos da pré-adolescente que parara abruptamente rente a porta do escritório da mãe, as falanges trêmulas devido ao psicológico afetado pelo nervosismo. A progenitora deixara claro que não tolerava que Cassiopéia fosse embora, como a mãe possessiva que o era. Não se despediu, não abraçou, não chorou no ombro da mais velha em prol dos longos meses que ficaria longe. Não, apenas foi embora, colocou a mochila nas costas, um par de tênis novo e tudo que pudesse carregar de itens pessoais e comida. Foi embora, simples e diretamente, não viu o sorriso da mãe ou tampouco sentiu o perfume suave que ela tanto gostava de usar.

(...)


- Oi, querida. Quanto tempo. - Os braços lânguidos do professor envolveram a silhueta magricela da pré-adolescente que adornou nos lábios um doce sorriso. – E como vai a sua mãe? Soube que ela conseguiu achar um novo fóssil, é o quê, um aquático ou ficou preso nos resíduos marítimos? Gostaria de conversar com ela, têm o telefone de lá? Perdi depois que um Totodile se revoltou e molhou meus papéis, lastimável.

Rowan não calava a boca um segundo sequer, os males de ser um gênio quase aprisionado. E por Arceus, o laboratório possuía maquinário saindo pelas portas, tantos instrumentos variados abarrotados em um canto só davam uma nostalgia quase entristecedora em Cassie que relembrava da própria casa, um acumulo incomum de máquinas, papéis e todo tipo de objeto para estudo. E para piorar a situação, mais dezessete adolescentes prostravam-se por todo o recinto, bisbilhotando ou averiguando qualquer coisa e por mais que tivesse vontade de passar um ótimo momento do lado do homem que por muitos anos Cassie chamara de tio, estava mais do que eufórica para ir embora.

- Sim, professor, muito tempo. Mamãe vai bem, o pokémon aparentemente é uma mistura de type psychic com water, não sei explicar bem, mamãe ainda está averiguando, pode ser outro tipo. Sim, tenho o número, aqui. - A menina mergulhou a mão destra no bolso do vestido, regressando com um caderninho envolto dos dedos, deliberadamente, entregando uma das folhas ao Professor que recepcionou-o com um sorriso de orelha-a-orelha. Era um grande amigo da Margaery. -  Vim aqui pegar os meus itens, professor...

- Sim, sim, querida. Todos estão aqui por isso, não leu a placa lá na frente? São iniciantes. - As bochechas de Ghral outrora lívidas e esbranquiçadas, eram tomadas por uma coloração escarlate. Havia passado uma hora e meia caminhando do vilarejo para chegar ali, não estava apta o suficiente para ver qualquer coisa até entrar no laboratório e ingerir um gigantesco copo de água. O calor cobrava seu preço. – Vejamos, você já tem seus pokémons, uma regalia que não deveria possuir mas sei que já passou pela escola de cuidadores, portanto, todos em fila, por favor.

E silenciosamente os adolescentes foram se preparando em uma fila única, dois meninos na frente e depois seguindo mista. Uma das meninas; grande, musculosa e de longos cabelos enegrecidos, empurrou o rapaz da frente, lançando-o contra o chão. Esse lugar é meu, Wolfthorn pensou ouvir a brutamontes dizer entre grunhidos. Mais a frente, uma tabela com uma diversidade adorável de pokémons se estabelecia.
Rowan regressou longos minutos após, consigo trazia duas caixas com Pokeballs até a boca. Escolha, o homem ditou suavemente. A brutamontes pegou Tepig, o menino Totodile, e a sequência foi indo até sobrar apenas Cassie e mais uma menina, e apenas duas Pokébolas, cada uma contendo um Piplup e uma Chikorita. A garota escolheu o Piplup e o professor resguardou a Chikorita – É, parece que a Mary vai sobrar esse ano.

Sorriu para o homem, dando tempo de apenas assinar o nome com letras garranchudas, surrupiar uma bag com os itens necessário para iniciar a jornada e correr para fora, estava realmente ansiosa. Começaria com uma quantidade diferenciada de itens e pokémons, mas bem, quando a vida de Cassiopéia Wolfthorn havia sido normal?

- Tchau, professor. Foi ótimo ver o senhor! - E já longe, Cassie pulava de alegria pelo feito. É, uma nova vida.



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Re: {Journey 01} Nyx

Mensagem por Nyx em Qua Jan 17, 2018 5:30 pm

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treino
charmanded

captura: larvitar

treino e capturaTouched by angels, though I fall out of grace I did it all so maybe I'd live this every day

Os olhares se encontravam com tamanha perfeição que Cassiopéia mal podia explicar a sensação que se apossava do corpo franzino,  um formigamento crescente se fazia presente nas pontinhas dos dedos, subia em um ritmo caloroso pelos músculos, chegando a face tenra, tomando as bochechas em um carmim tenebroso. Não era vergonha, muito longe disso. Era um sentimento mais boçal, antigo e primordial que tingia-lhe as faces: a ira.

- Era só o que me faltava agora. – Murmurou, tendo um fio de voz a sair dos lábios trêmulos. O vento frio soprava ruidosamente ao redor, enquanto no meio da clareira uma voraz batalha de olhares era travada. Pois é, apesar de todas as tentativas da menina aquele bendito pokémon teimoso mantinha a ideia fixa de ficar no mesmo lugar. – Olha, Charmander. O mundo é grande, para que ficarmos em Cerulean?! Acorda para a vida!

A criaturinha rugiu alguma coisa inteligível de volta, deixando a criadora atordoada com tamanha teimosia. Fazia exatas cinco horas que Wolfthorn, em toda sua beleza e simpatia, havia saído de casa e ido rumo ao Laboratório da cidade natal.  Agora, fazia três horas que se encontrava em uma situação alarmante, onde um pokémon fire pensava que poderia controlar a própria treinadora ou coisa do tipo.

- Ok, se você quer brigar e acha que vai mudar algo... Pode tirando sua Ponyta da chuva. – Ditou, deixando o tom de voz brando. O tórax inflado e a cabeça erguida, Charmander voltou a ladrar qualquer coisa que não parou para dar atenção. Girando sobre os calcanhares, tendo a mochila presa as costas, em passos firmes e seguros a rosada galgou para longe da clareira, embrenhando-se entre as árvores altas de raízes nodosas. Não precisou olhar para trás para perceber que a criaturinha teimosa a seguia, a contragosto, mas seguia.

Apesar dos pesares e das reviravoltas que estavam acometendo o dia inicial a primeira aventura, havia enfim decidido seguir a ideia de Charmander e ficaria em Cerulean, claro que a iniciativa de Cassiopéia não tinha sido feita por causa de certo monstrinho laranja que fizera seus dejetos sobre o maravilhoso lanche que a cozinheira havia feito aquela manhã exclusivamente para si, ou pelo monstrinho ter quase a jogado de uma ribanceira, ou por coincidência do destino a mochila de couro ter aparecido misteriosamente com um de seus apoios estraçalhados. Claro, nada disso havia a feito mudar de ideia. Obviamente.

Agora não sabia o que fazer, sinceramente, estava sonhando em viajar pelo mundo, sair de Cerulean, conhecer novos locais, mas teria que ficar. Só restava-lhe rumar por todos os locais possíveis e quem sabe descobrir coisas novas.

Caminhavam por entre as árvores e arbustos, Cassie rezava internamente para qualquer deus, não estava afim de encontrar pokémons selvagens durante o trajeto. Imagina ser atacada por um fearow ou uma ledyba assassina. A noite fria chegou como um tormento, deixando os músculos de Ghral rígidos e doloridos. A paisagem ao redor havia mudado drasticamente, tornando-se horrenda aos olhares de quem residia na floresta. Pernoitar naquele local não era uma das melhores opções, mas era o que tinham no momento.

- Chaar, chaaar, chaar. Charmander. - A criaturinha ao lado andava com sua forma bamboleante, sempre resmungando sua espécie. Já estava repensando seriamente em voltar ao centro de pesquisa e pedir outro pokémon, um menos chato e resmungão.

- Cala boca, bicho pentelho! - Reclamou, estancando no lugar, cruzando os braços em frente ao tórax e olhando com a face mais enfezada que conseguia fazer para o type fire. – Olha, nada contra você... Eu amo pokémons fire, mas você é um pé no saco! Na verdade você é uma voadora nos sacos alheios!

Continuou com o discurso, mas Charmander nem ao menos dava atenção. Em um segundo ele estava parado a dois passos de distância, no outro, correu desenfreado por uma trilha de terra batida, que Cassiopéia nem havia notado. Era só o que faltava, sinceramente.
Girando os olhos em um enfado infinito, a garota bufou uma única vez antes de sair correndo loucamente atrás do réptil. Puta que pariu, deveria ter ficado com o Squirtle! Charmander corria mais a frente, no entanto, as raízes nodosas das árvores impediam o avanço de Cassie que vez ou outra prendia os pés nos emaranhados retorcidos. A respiração afoita fazia com que os pulmões doessem, comprimindo a caixa torácica.
A mochila agarrou em um galho fino, dando um solavanco que quase jogou-a para longe, mas resultou em um rasgo no material já danificado. Ótimo, agora levaria as coisas na mão. Pensou. A luz da cauda do Pokémon ficava cada vez mais longe, acabaria ficando no escuro aterrador da floresta, sugou o ar e em um impulso conseguiu desprender a mochila. Voltou a correr.

Só que o Charmander estava parado. Quando chegou perto, pôde ver que o monstrinho também estava cansado e um leve ar de incredulidade envolvia-o. Olhava para algo com uma admiração exacerbada: um Growlithe rosnava, o som gutural que vinha do âmago. As patas dianteiras projetadas para frente enquanto as traseiras em riste, uma pose para ataque, enquanto um outro pokémon, de tons e formatos estranhos pairava ao lado.
Estava encolhido e com medo. Céus, o Growlithe ia atacar o pequenino, certeza!

E obviamente o que Cassiopéia Wolfthorn dá certeza em 99,9% dos casos estava errado, um outro pokémon projetou-se mais ao fundo. – Que sacanagem, dude. - Cruzou os braços na altura do tórax, assim como apoiou o peso do corpo sobre a perna esquerda fixando seu olhar na cena pouco corriqueira a frente.

O que havia pensando anteriormente havia se mostrado extremamente negligente, pelo simples fato de que quem machucava o pequeno não era o Growlithe mas sim um outro pokémon, de aparência nauseante. Tateou o bolso traseiro da calça jeans rajada que vestia, sacando a Pokédex e elevando-a a altura do rosto, ainda se escondendo o máximo que podia atrás de uma moita, tendo - graças a Arceus - seu cheiro encoberto pelo vento que vinha por outra direção, deixando-a imperceptível para o faro de Growlithe. Diminuiu o som da Pokédex, deixando no mudo e esperou a frase aparecer na tela.


Pokédex escreveu:Ekans, o pokémon serrpente-roxa. De presas perigosas é um pokémon de pavio curto, usando suas presas sempre que pode em botes certeiros. É do tipo poison e possui uma única evolução: Arbok.

Guardou a Pokédex de volta e se ergueu, andando de forma solicita em direção ao trio confusão com Charmander em seu encalço, apenas murmurando seus baixinhos: "Char, Char, Chaar, Charmander" costumeiros. Tossiu de leve, chamando a atenção de Ekans, fazendo-o parar no meio do caminho de atacar Growlithe com Bite.

- Ei, filhote do capeta, porque não mexe com alguém do seu tamanho? - Charmander se posicionou dois passos a frente de Casssie em uma posição estratégica para defender um golpe de Ekans e ao mesmo tempo conseguir manter longe de Cassiopéia qualquer coisa.

A serpente se virou, agora focando toda a atenção na dupla, deixando Growlithe com tempo de sobra para tentar soltar o pequeno do emaranhado. A troca de olhares era forte, em um duelo mudo de força. Cassie nem ao menos piscava, cerrando os olhos a medida que o silvar que ressoava de Ekans aumentava, não se intimidando por isso. O pokémon de poison parecia rosnar, de forma cômica, medindo cada vez mais se a garota de cabelos rosa era uma forte oponente.

Batalha

- É a primeira e ultima vez que lhe digo isso, afaste-se do seja lá o quê for e do Growlithe e não farei nada com você. - Ekans desviou o olhar por meros segundos, tempo suficiente para Cassiopéia perceber que ele estava fraquejando e ordenar a Charmander: - Ember. Não nele.

Charmander soltou um som engraçado, jogando as patas mais a frente e usando como apoio a cauda. Escancarou a boca e liberou uma rajada de fogo mediana ao lado do corpo do Ekans que silvou baixinho, sentindo o calor próximo, mas o que deveria servir de alerta para que a serpente se mandasse foi entendida de outra forma, de uma maneira bizarra a criatura achou que ele houvesse errado o ataque. Um bocó mesmo.
O adversário enrolou-se em si mesmo, parecia estar se auto-fundindo e com um movimento ágil, lançou-se para cima com a força corporal. De sua boca entreaberta, dezenas de pequenas agulhas arroxeadas projetaram-se em um perfeito Poison Sting na direção de Charmander. Puta que pariu, a criadora não esperava algo assim, bicho doido.

- Mander, desvie e espere que ele caia no chão. Aproveite o momento e ataque com Scratch. – o type fire jogou-se para o lado, impedindo que as agulhas o atingissem por muito pouco, mas o ataque chocou-se contra o chão de terra da floresta, procriando uma nuvem suave de fuligem que faziam os olhos coçarem. Quando o corpo pesado de Ekans  bateu no solo, sem causar danos reais, Charmander em um ímpeto derradeiro partiu para cima.

As garras da pata brilhavam em um tom prateado que com o impulso foi certeiro na pela de Ekans, não chegando a abrir talho mas doendo o suficiente para que a serpente tentasse escapulir ao ricochetear o final da cauda na face de Charmander que soltou um rosnado quando a visão ficou rarefeita por uns segundos; tempo necessário para que o adversário começasse a se enroscar ao redor do corpo laranja.

Iria sufocá-lo em poucos segundos e a angústia abateu-se em Cassie que em desespero gritou: - Fire fang! – a boca de Charmander inundou-se de fogo, o que auxiliou na mordida certeira no meio da cobra. Ela soltou o réptil oponente, deslizando para longe. – Isso, use Dragon Rage e acabe com isso.

Mas não seria possível findar tão rapidamente. Ekans, novamente, escancarou a boca e dela saiu um vapor arroxeado, um tipo de ácido que aproximava-se rapidamente de Charmander e que o rodeou, deixando-o bambo. O Acid Spray estava surtindo efeito quando o pokémon desconhecido e pequeno pulou sobre a serpente e mordeu-o com toda a força; sendo a salvação da dupla. Charmander cambaleou por um longo minuto, tempo este em que o pequenino continuava preso a Ekans que tentava de todo modo livrar-se. Parecia um toureiro.

Quando o type fire firmou as patas, Cassie proclamou: - Saia daí, miúdo. Mander, use Inferno. – só deu tempo da Wolfthorn rir quando a serpente silvou ao ser queimada em parte do corpo, saindo deslizando dali freneticamente após o verdinho ter pulado. Ficara com pena, é claro, mas nenhuma injustiça deveria ficar impune. Aproximou-se de Charmander, vendo o estado do réptil que parecia até bem para uma primeira batalha.

A menina riu, surpreendendo-se logo após quando o pequenino encostou-se a sua perna, dando-lhe um abraço forte que a fez suspirar. – Olá, pequeno. Vamos ver quem é? - pegou a pokédex, mirando o esverdeado.


Pokédex escreveu:Larvitar, o pequeno réptil esverdeado. É um tipo ground/rock. Apesar de seu tamanho diminuto não é considerado um pokémon baby, sendo até bastante desenvolvido. Suas evoluções são: Pupitar e Tyranitar.

- Eita, minha mãe estudou um Tyranitar anos atrás, só não lembrava das anti-evoluções. E você é shiny, não é? Sua cor é diferente da imagem. – comentou, levantando-se. Deu um tchau para o Growlithe que parecia muito bem e que estava mais interessado em sair logo dali. Faria o mesmo se o Larvitar não a tivesse prendendo até aquele momento, suspirando, regressou a abaixar, perguntando baixinho ao pequeno: - Bem, gostaria de ir comigo nessa jornada bem estranha?

E quando recebeu a concordância, o calor no peito pareceu aumentar. Mergulhou a mão no bolso, regressando com uma pokébola vermelha que encostou na testa do verdinho. Ela emitiu uma luz rubra que englobou o corpo pequeno, sugando-o para o interior. Apitou uma, duas, três vezes até confirmar.

É, Larvitar shiny fazia parte da equipe agora.

Com uma calma exacerbada para quem passara por uma treta maligna, Cassiopéia foi embora em paz.


treino mander e captura shiny.

pode enviar o volbeat pra box? e mudar o sexo do Charmander pra m?

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